Marilyn Monroe

17/11/2012 23:36

 

Marilyn Monroe

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Marilyn Monroe
Marilyn Monroe
Nome completo Norma Jeane Mortenson
Outros nomes Norma Jeane Baker
Nascimento 1 de Junho de 1926
Los AngelesCalifórnia
Nacionalidade Estados Unidos norte-americana
Morte 5 de agosto de 1962 (36 anos)
Los AngelesCalifórnia
Ocupação Atriz
Cônjuge Jimmy Dougherty-1942,

Joe DiMaggio-1954, Arthur Miller-1956 a 1961.

Prémios Golden Globe
Melhor Atriz - Comédia ou Músical
1959 - Some Like It Hot
IMDb(inglês) (português)
Marilyn Monroe no filme Quanto mais Quente Melhor (Some Like it Hot), de 1959.
Marilyn Monroe e Jane Russell dando assinaturas no cimento do Grauman's Chinese Theatre em 1953.
Marilyn Monroe no filme Niagara (br:Torrentes de Paixão), de 1953.
Marilyn Monroe e Laurence Olivier no filme The Prince and the Showgirl (br: O Príncipe Encantado).

Marilyn Monroe (nome artístico de Norma Jeane MortensonLos Angeles1 de junho de 1926 — Los Angeles, 5 de agosto de 1962) foi uma das mais célebres atrizes norte-americanas.

É uma das mais famosas estrelas de cinema de todos os tempos, um símbolo de sensualidade e um ícone de popularidade no século XX.[1]

Índice

  [esconder

[editar]Biografia

[editar]Infância e Vida no Orfanato

Quando Norma Jeane ( conhecida publicamente como Marilyn Monroe) nasceu, Gladys reconheceu que não sabia criar filhos e a entregou aos cuidados da babá Ida Bolender. Muito rígida, Ida batia na menina com uma correia desde os 3 anos de idade, até que um dia, Della, sua avó materna a roubou. Mas como tinha problemas de cabeça, Della uma vez tentou estrangulá-la com suas próprias mãos. Norma Jeane fez de tudo para se defender, mas a avó a amarrou e a trancou em um armário. Quando foi encontrada horas mais tarde, já estava quase asfixiada, lamentável incidente que causou um trauma muito grande em sua infância, pois a Norma Jeane sempre tinha horríveis pesadelos.

Quando Della morreu tragicamente em um manicômio algum tempo depois, deixou uma pequena herança `a sua filha. Isso possibilitou Gladyscomprar uma casa simples próximo de Hollywood Boulevar onde pudesse viver com sua própria filha. Porém, logo após ela têve uma crise mental e precisou ser transferida para uma clínica psiquiátrica. `A partir de então, Norma Jeane passou `a viver com famílias diferentes: primero com os Arliss, um casal de artistas britânicos, quando completou nove anos foi responsabilizada aos cuidados do casal Giffen, e em pouco tempo passou a morar com os Carrol.

Tudo parecia ir muito bem, até que eles resolveram alugar um cômodo na casa do senhor Kimmel. No dia 13 de Setembro de 1935, aproveitando que o senhor e a senhora Carrol não estavam, kimmel obrigou Norma Jeane a fazer certas coisas obscenas e depois fugiu. Quando o casal Carrol finalmente voltou, ela, chorando, contou-lhes o que havia acontecido e o senhor Carrol concluiu que deveria desfazer-se da menina, pois esta era uma ameaça para qualquer família decente. Norma Jeane foi então arrastada para o orfanato Orfan's Home Society, em Los Angeles, e chorando, gritava que não era orfã e que não poderiam deixá-la alí. Esse foi um dia no qual ela nunca esquecera, pois sendo apenas uma vítima inocente de um predador, fora ela quem recebera o castigo.

Sua vida no orfanato era triste e vazia, porém, quando ela completou 10 anos de idade, foi feito uma pequena festa para comemorar seu aniversário. Norma Jeane ficou muito feliz quando a trouxeram um bolo enfeitado e suas amigas cantaram parabéns. Emocionada e cheia de esperanças, ela fechou os olhos para fazer um pedido enquanto apagava as velinhas. Mas quando ia partir o bolo, uma funcionária a empurrou fortemente e o guardou no armário. Uma de suas coleguinhas lhe disse que aquele bolo era de madeira e que era usado para cantar parabéns para cada criança do orfanato.

Dois anos se passaram, mas ela continuava alí porque sua mãe não tinha condições de criá-la e também não permitia sua adoção. Norma Jeane admirava o grande ator Clark Gable, e as vezes até mentia para suas amiguinhas dizendo que ele era seu pai. Com o tempo, ela também chegou a conhecer sua irmã mais velha por parte de mãe, com quem têve uma forte relação. Um dia, uma amiga de sua mãe chamada Grace Mackee, ganhou sua custódia legal, e a levou para morar com ela. Dali saindo, a menina nunca mais voltar `aquele orfanato onde téve tantas desilusões.

Esta é uma parte da história da atriz de cinema, cantora e modelo americana Norma Jeane, uma criança que conviveu com a solidão, o medo,e a insegurança. Uma adolescente que morou em diferentes lares e orfanatos, e que chegando a ser um dos principais símbolos sexuais de todos os tempos, foi também vítima de abusos sexuais.[2]

 

 

[editar]Os primeiros anos

Sra. Norma Jeane Dougherty, Yank Magazine,1945.

O nome de batismo de Marilyn Monroe era Norma Jeane Mortenson - Muitos confundem seu nome do meio com "Jean". Ela nasceu no County Hospital em Los Angeles. Ela não conheceu seu pai biológico, fato que a deixava muito abalada. Muitos biógrafos acreditam que o pai biológico de Marilyn era Charles Stanley Gifford, um agente de vendas do estúdio RKO, onde Gladys Pearl Monroe, a mãe de Marilyn, trabalhava. Ela era editora de filmes, mas graves problemas psicológicos a impediram de permanecer no emprego e ela foi internada em um hospício. A certidão de nascimento diz que Martin Edward Mortenson, marido de Gladys, é que é o pai biológico de Marilyn, mas ele somente a registrou, já que ele conheceu a mãe de Marilyn grávida. Ela só recebeu o sobrenome do padrasto em seu nome. Numa entrevista ao canal de televisão Lifetime, James Dougherty, o primeiro marido de Marilyn, disse que ela acreditava que Gifford era o seu pai, já que ela investigou uma vez e viu que antes do seu padrasto sua mãe tivera um único namorado que era chamado Gifford.[1]

Norma Jeane passou grande parte de sua infância em casas de parentes e orfanatos até que, em 1937, mudou-se para a casa de Grace Mckee Goddard, amiga da família. Em 1942, o marido de Grace foi transferido a trabalho para a costa leste e o casal não tinha condições financeiras para levar Norma Jeane, na época com dezesseis anos. Norma Jeane tinha duas opções: Voltar para o orfanato ou se casar com seu namorado.

No dia 19 de julho de 1942 casou com Jimmy Dougherty, de 21 anos, com quem namorava há seis meses. Segundo Jimmy, ela era uma menina doce, generosa e religiosa e que gostava de ser abraçada. Até então, Norma Jeane amava Jimmy e eles estavam muito felizes juntos, até que ele entrou para a Marinha e foi transferido para o Pacífico Sul, em1944.

Após a partida de Jimmy, Norma Jeane começou a trabalhar na fábrica Rádio Plane Munition, em Burbank, na Califórnia. Alguns meses depois, ofotógrafo Davis Conover a viu enquanto tirava fotos de mulheres que ajudavam no esforço de guerra, para a revista Yank. Ele não acreditou na sua sorte, pois ela era um "sonho" para qualquer fotógrafo. Norma Jeane posou para uma seção de fotos e ele começou a lhe enviar propostas para trabalhar como modelo. As lentes adoravam Norma Jeane, e em dois anos ela tornou-se uma modelo respeitável e estampou seu rosto em várias capas de revistas. Ela começou a estudar o trabalho das lendárias atrizes Jean Harlow e Lana Turner, e inscreveu-se em aulas de teatro, sonhando com o estrelato. Porém, o marido Jimmy retornou em 1946, o que significou que Norma Jeane tinha que fazer outra escolha, dessa vez entre seu casamento e sua carreira.

Norma Jeane e Jimmy divorciaram-se em junho de 1946, pois ele não aceitava que ela se tornasse uma atriz. Norma assinou seu divórcio antes mesmo de assinar seu primeiro contrato na vida, dessa vez foi contratada oficialmente pela Twentieth Century Fox em 26 de agosto de 1946, com um salário de 125 dólares por semana. Pouco tempo depois, tingiu seu cabelo de loiro claríssimo e mudou seu nome artisticamente para Marilyn Monroe, Monroe era o sobrenome da sua avó materna e Marilyn o nome mais chique da época.

[editar]O início da carreira

MM em cena de Gentlemen Prefer Blondes (br: Os Homens Preferem as Loiras).

Marilyn começou a carreira em alguns pequenos filmes, mas a sua habilidade para a comédia, a sua sensualidade e a sua presença em eventos levaram-na a conquistar papéis em filmes de grande sucesso, tornando-a numa das mais populares estrelas de cinema da década de 1950. Tinha 1,67 metro de altura, 94  centímetros de busto, 61 cm de cintura e 89 cm de quadril. Apesar de sua beleza deslumbrante, suas curvas e lábios carnudos, Marilyn era mais do que um símbolo sexual da década de 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua inata sensualidade, a tornaram querida no mundo inteiro. Ao mesmo tempo que era uma menina frágil e inocente, era uma mulher dominante e irresistivelmente sedutora.

O primeiro papel de Marilyn no cinema foi uma participação não creditada em The Shocking Miss Pilgrim (br: ''Sua Alteza, a Secretária, 1947), de George Seaton. Contracenou rapidamente com Groucho Marx em Love Happy (br:Loucos de Amor, 1950), de David Miller. Nesse mesmo ano conseguiu um pequeno mas influente papel no suspense de John HustonThe Asphalt Jungle (br: O Segredo das Joias), e o papel de Claudia Caswell em All About Eve (br:A Malvada), estrelado por Bette Davis e dirigido por Joseph L. Mankiewicz, tendo recebido muitos elogios. A partir daí, participou de filmes como As Young As You Feel (br: Sempre Jovem, 1951), de Harmon Jones, Monkey Business (br: O Inventor da Mocidade, 1952), de Howard Hawks e Don't Bother to Knock(br: Almas Desesperadas, 1952), de Roy Baker. No entanto, foi sua performance em Niagara (br:Torrentes de Paixão, 1953), de Henry Hathaway, que a tornou estrela. Marilyn fez o papel de Rose Loomis, uma jovem e bela esposa que planeja matar seu velho e ciumento marido, personagem de Joseph Cotten.[1]

[editar]O sucesso

O sucesso de Marilyn em Niagara lhe rendeu, no mesmo ano, os papéis principais em Gentlemen Prefer Blondes (br:Os Homens Preferem as Loiras, de Howard Hawks, que contou com a participação de Jane Russell, e How to Marry a Millionaire (br: Como Agarrar um Milionário, de Jean Negulesco, com participação de Lauren Bacall e Betty Grable. A revista Photoplay votou em Marilyn como melhor atriz iniciante de 1953 e, aos 27 anos de idade, ela era sem dúvida a loira mais amada de Hollywood.

MM em show para as tropas americanasna Coreia

No dia 14 de janeiro de 1954, Marilyn casou com seu namorado, o jogador de beisebol Joe DiMaggio, em São Francisco, na Califórnia. Eles namoravam há dois anos quando Joe pediu a seu agente que organizasse um encontro para os dois jantarem e a pediu em casamento. "Eu não sei se estou apaixonada por ele ainda", disse Marilyn à imprensa logo no início de seu relacionamento[1], "mas eu sei que eu gosto dele mais do que qualquer homem que já conheci". Durante sua lua de mel em Tóquio, Marilyn fez uma performance para os militares que serviam na Coreia. A sua presença causou quase um motim, e Joe se mostrava claramente incomodado com aqueles milhares de homens desejando sua mulher. Ela era muito cobiçada, sua beleza chamava atenção e isso causava brigas e ciúmes com todos os homens com quem se relacionou.

Infelizmente, a fama de Marilyn e sua figura sexual tornaram-se um problema em seu casamento. Nove meses depois, no dia 27 de outubro de 1954, Marilyn e Joe se divorciaram. Eles atribuíram a separação a "conflitos entre carreiras", e permaneceram bons amigos.

Em 1955 Marilyn estava pronta para livrar-se da imagem de furacão loiro. Isso tinha dado a ela o estrelato, mas agora tinha a oportunidade e a experiência, Marilyn queria seguir com seriedade a carreira de atriz, queria experimentar novas sensações e poder mostrar que era mais que uma mulher que atiçava o imaginário sexual dos homens. Ela mudou-se de Hollywood para Nova York, para estudar na escola de atores de Lee Strasberg. Em 1956, Marilyn abriu sua própria produtora, Marilyn Monroe Productions. A empresa produziu os filmes Bus Stop (br: Nunca Fui Santa, 1956), deJoshua Logan e The Prince and the Showgirl (br: O Príncipe Encantado, 1957), dirigido e coestrelado por Sir Laurence Olivier. Esses dois filmes serviram para Marilyn mostrar seu talento e versatilidade como atriz. Em 1959, Marilyn brilhou em Some Like It Hot (br/pt: Quanto Mais Quente Melhor), (Some Like It Hot), de Billy Wilder, e teve seu trabalho reconhecido ao vencer o Globo de Ouro de "Melhor Atriz em Comédia".

Marilyn em O Pecado Mora ao Lado (The Seven Year Itch).

No dia 29 de junho de 1956 Marilyn casou-se com seu novo namorado, o dramaturgo Arthur Miller. O casal se conheceu através de Lee Strasberg, e amigos disseram que ela o deixava de "joelhos bambos". Enquanto eles estavam casados, em 1961, Arthur escreveu o papel de Roslyn Taber de The Misfits (br: Os Desajustados), especialmente para Marilyn. Dirigido por John Huston e coestrelado por Clark GableMontgomery Clift, este acabou sendo o último filme completo de Marilyn e a despedida das telas de Gable.

Infelizmente, o terceiro casamento de Marilyn terminou, dessa vez no dia 20 de janeiro de 1961. A data do divórcio, ocorrido no México, foi escolhida por ser o dia da posse do presidente John F. Kennedy, nos Estados Unidos, numa tentativa de manter a separação fora das manchetes. A tática não funcionou e mais uma vez a vida de Marilyn foi alvo de fofocas, escândalos, capas de jornais e revistas pelo mundo.

Marylin já era amante de Kennedy muito antes dele entrar na Casa Branca. Kennedy ficara obcecado por ela durante sua recuperação de uma operação na coluna que o deixou imobilizado. Seu irmão Bobby pendurou, de cabeça para baixo, um poster onde Marilyn vestia um blusa decotadíssima, um short curto e estava de pernas totalmente abertas, em frente à cama do seu quarto e isso fez Kennedy ficar loucamente atraído por ela.

O caso entre eles teve início depois de seu divórcio de Joe di Maggio e continuou enquanto ela esteve casada com Arthur Miller. Eles se encontravam na suíte dele do Carlyle Hotel, em Nova Iorque, ou na casa de praia de Peter Lawford, em Santa Monica. O FBI grampeou a casa de praia de Lawford e John Edgar Hoover, o chefe do FBI, usou as gravações para manter seu cargo quando Kennedy tentou demiti-lo. Hoover também insinuou que alguém mais havia grampeado a casa - a Máfia, com que Kennedy cruzara durante as eleições.

Robert Kennedy, o irmão mais novo do presidente, por vezes se relacionava com as mulheres de John. Era o chefe de Hoover e, como procurador federal, estava determinado a acabar com aMáfia. Advertira o presidente para deixar Marilyn, pois os chefes mafiosos poderiam usar o caso contra ele, já que seria um escândalo se a mídia soubesse que ele mantinha um caso fora do casamento.

Apesar de suas ilusões, Marilyn sabia que Kennedy desejava apenas a estrela cintilante de cinema, não a mulher que era. Ele pretendia livrar-se dela com elegância, pois esse relacionamento lhe prejudicaria perante os poderosos da política. Marylin, então resolveu dar um grande presente a Kennedy, dar a ele um último momento de glória: Em seu aniversário, Peter Lawford levou-o à sede do Partido Democrata, onde ela cantou com voz lasciva "Feliz aniversário, senhor presidente". Ela estava com um belo vestido que o diplomata Adlai Stevenson descreveu como feito de "pele e pérolas. Só que não vi as pérolas."

John Kennedy disse: "Já posso me retirar da política, depois de ter ouvido este feliz aniversário cantado para mim de modo tão doce e encantador."

Na premiação do Globo de Ouro de 1962 Marilyn foi nomeada a "personalidade feminina favorita de todo cinema mundial".[3]

[editar]A morte

A cripta de Marilyn Monroe.

Na manhã de 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, Marilyn faleceu enquanto dormia em sua casa em Brentwood, na Califórnia. A notícia foi um choque, propagada pela mídia, explorando sobretudo o caráter misterioso em que o fato se deu, prevalecendo a versão oficial de overdose pela ingestão debarbitúricos. O brilho e a beleza de Marilyn faziam parecer impossível que ela tivesse deixado a todos[4]. Ninguém sabe de fato o que aconteceu naquela noite. Ouviu-se o barulho de um helicóptero[1]. Uma ambulância foi vista esperando fora da casa dela antes que a empregada desse o alarme. As gravações de seus telefonemas e outras evidências desapareceram. O relatório da autópsia foi perdido. Toda a documentação do FBI sobre sua morte foi suprimida e os amigos de Marilyn que tentaram investigar o que acontecera receberam ameaças de morte.[5] No dia 8 de agosto de 1962, o corpo de Marilyn foi velado no Corridor of Memories, nº 24, no Westwood Memorial Park em Los Angeles.

 

[editar]Carreira

Ano Título Título em português[6][7][8] Papel Diretor Obs.
1947 The Shocking Miss Pilgrim   Operadora telefônica George Seaton Não-creditada
1947 Dangerous Years br: Idade Perigosa Evie Arthur Pierson  
1948 Green Grass of Wyoming   Figurante na cena de dança Louis King Não-creditada
1948 You Were Meant for Me   Figurante Lloyd Bacon Não-creditada
1948 Scudda Hoo! Scudda Hay! br: Torrentes de Ódio Betty Hugh Herbert Não-creditada
1948 Ladies of the Chorus br: Mentira Salvadora Peggy Martin Phil Karlson  
1949 Love Happy br: Loucos de Amor Cliente de Grunion David Miller  
1950 A Ticket to Tomahawk br: O Que Pode um Beijo Clara Richard Sale Não-creditada
1950 Right Cross br: Por um Amor Dusky Ledoux John Sturges Não-creditada
1950 Home Town Story br: Em Cada Lar, Um Romance Iris Martin Arthur Pierson  
1950 The Fireball br: O Faísca Polly Tay Garnett  
1950 The Asphalt Jungle br: O Segredo das Jóias Angela Phinlay John Huston  
1950 All About Eve br: A Malvada Srta. Claudia Caswell Joseph L. Mankiewicz  
1951 As Young as You Feel br: Sempre Jovem Hariett Harmen Jones  
1951 Love Nest br: O Segredo das Viúvas Roberta "Bobbie" Stevens Joseph M. Newman  
1951 Let's Make It Legal br: Joguei Minha Mulher Joyce Mannering Richard Sale  
1952 O. Henry's Full House br: Páginas da Vida Andarilha Henry Koster  
1952 Monkey Business br: O Inventor da Mocidade Lois Laurel Howard Hawks  
1952 Clash by Night br: Só a Mulher Peca Peggy Fritz Lang  
1952 We're Not Married! br: Travessuras de Casados Anabel Norris Edmund Goulding  
1952 Don't Bother to Knock br: Almas Desesperadas Nell Forbes Roy Ward Baker Primeiro papel de protagonista
1953 Niagara br: Torrentes de Paixão Rose Loomis Henry Hathaway  
1953 Gentlemen Prefer Blondes br/pt: Os Homens Preferem as Loiras Lorelei Lee Howard Hawks Indicado para o Globo de Ouro de melhor atriz - longa-metragem musical ou comédia
1953 How to Marry a Millionaire br: Como Agarrar um Milionário Pola Debevoise Jean Negulesco  
1954 River of No Return br: O Rio das Almas Perdidas Kay Weston Otto Preminger  
1954 There's No Business Like Show Business br: O Mundo da Fantasia Vicky Walter Lang  
1955 The Seven Year Itch br: O Pecado Mora ao Lado A Garota Billy Wilder  
1956 Bus Stop br: Nunca Fui Santa Chérie Joshua Logan  
1957 The Prince and the Showgirl br: O Príncipe Encantado Elsie Marina Laurence Olivier  
1959 Some Like It Hot br/pt: Quanto Mais Quente Melhor Sugar Kane Kowalczyk Billy Wilder  
1960 Let's Make Love br: Adorável Pecadora Amanda Dell George Cukor  
1961 The Misfits br: Os Desajustados Roslyn Taber John Huston  
1962 Something's Got to Give   Ellen Wagstaff Arden George Cukor Interminado
  • Durante sua carreira, Marilyn atuou em 30 filmes e deixou por terminar Something's Got to Give. Seu nome representa ainda hoje mais que uma estrela de cinema e rainha do glamour, sendo para muitos um ícone, sinônimo de beleza e sensualidade.

[editar]Curiosidades

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Marilyn Monroe no filme Os Homens Preferem as Loiras
  • Em abril de 2008, um filme de Marylin Monroe fazendo felação num homem não identificado foi vendido pelo colecionador Keya Morgan por 1,5 milhão de dólares a um empresário rico de Manhattan que quer proteger a privacidade de Marilyn Monroe. "O cavalheiro que o comprou disse que, por respeito a Marilyn, não vai transformar as imagens em brincadeira, colocá-las na Internet ou tentar explorá-las", disse Morgan. "Não é essa a intenção dele, e eu não envolveria meu nome na transação se isso fosse acontecer". Morgan, que assistiu ao filme, disse que Marilyn Monroe está vestida e que a cabeça do homem fica fora do quadro durante os 15 minutos do filme.[9]

Referências

  1. ↑ a b c d e Marilyn Monroe - Biografia (em português). UOL - Educação. Página visitada em 05 de agosto de 2012.
  2.  Orchillés, Eunice Castro (Setembro de 2012), La Vida Nos Golpea Duro, pero podemos elegir si levantarnos o no, Vanidades,p.97-98
  3.  http://www.marilynmonroe.com/
  4.  Wilkins, F.[1]."Reel Reviews". April 17, 2010, accessed February 27, 2011.
  5.  Wolfe, Donald H. The Last Days of Marilyn Monroe. (1998) ISBN 0-7871-1807-9.
  6.  LEPIANE, João, Galeria de Estrelas - Marilyn Monroe, in Cinemin 78 (5a. Série), Rio de Janeiro: EBAL, 1992, mensal
  7.  Astros e Estrelas, Volume 1, São Paulo: Nova Cultural,1985
  8.  WLASCHIN, Ken, The World's Great Movie Stars and Their FilmsLondresInglaterra: Peerage Books, 1985
  9.  Filme com Marilyn fazendo sexo oral é vendido por US$ 1,5 mi Terra. (Abril2008).

[editar]Ligações externas

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